Entre elas, estariam profissionais que trabalham em regime de revezamento, como embarcados nas plataformas de petróleo, aeroviários e caminhoneiros, por exemplo. O argumento é que esses grupos têm jornadas seguidas de serviço, com vários dias corridos de folga e, portanto, não faria sentido assegurar dois dias de descanso no fim de semana, o que também seria praticamente inviável.




