Em resposta, o líder do PT na Casa, Camilo Santana (CE), começou a reunir assinaturas para uma alternativa que previa a responsabilização criminal a partir dos 16 anos apenas em casos de crimes hediondos. A iniciativa, que inicialmente teve apoio de Lula, foi questionada por petistas e provocou reação na base social da esquerda, levando o governo a recuar da tentativa de incluir a mudança na PEC. Diante do impasse, Alcolumbre adiou a votação da proposta, inicialmente prevista para antes do segundo turno.




