A advogada argentina Agostina Páez — filmada fazendo gestos racistas, imitando um macaco, num bar em Ipanema em janeiro deste ano — voltou para o seu país de origem na noite desta quarta-feira, após dois meses de monitoramento eletrônico, já que respondia a processo por injúria racial na Justiça fluminense. A viagem só foi possível porque a tornozeleira eletrônica que ela usava foi retirada no dia anterior, após pagamento de fiança de R$ 97,2 mil. Na chegada ao Aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires, a mulher disse ao jornal La Nacion que estava “ansiosa para chegar” e classificou seu retorno à Argentina como algo “incrível”, depois se se tornar a “inimiga pública número 1” no Brasil.



