O MPRJ informou que, a partir da análise dos dados de aparelhos celulares do ex-policial penal, ficou demonstrada a existência do grupo criminoso. Os seis policiais penais denunciados, além de drogas, permitiam também a entrada e a venda ilegal de celulares nos dois presídios, afirmou o Ministério Público. O lucro dos envolvidos com as atividades ilícita foi comprovado por meio de transações bancárias, segundo a polícia.



