Com entrada restrita (era preciso ter um cartão de cadastro em mãos até para ir ao banheiro) e proibição do uso de celulares, o II Tribunal do Júri — no prédito do Tribunal de Justiça do Rio, no Centro da capital fluminense — abriu as portas para parentes dos réus (Dr. Jairinho e Monique Medeiros) e da assistência de acusação (Leniel Borel), assim como curiosos e apoiadores. Separadas do plenário, que fica no andar debaixo, por vidros, essas pessoas reagiram a tudo que aconteceu nas cerca de três horas de sessão que julgaria o homicídio do menino Henry Borel. Por conta do abandono da defesa de Jairinho, o julgamento acabou adiado para 25 de maio.



