Saiba quais foram as reações da plateia durante julgamento de réus pela morte de Henry Borel


Com entrada restrita (era preciso ter um cartão de cadastro em mãos até para ir ao banheiro) e proibição do uso de celulares, o II Tribunal do Júri — no prédito do Tribunal de Justiça do Rio, no Centro da capital fluminense — abriu as portas para parentes dos réus (Dr. Jairinho e Monique Medeiros) e da assistência de acusação (Leniel Borel), assim como curiosos e apoiadores. Separadas do plenário, que fica no andar debaixo, por vidros, essas pessoas reagiram a tudo que aconteceu nas cerca de três horas de sessão que julgaria o homicídio do menino Henry Borel. Por conta do abandono da defesa de Jairinho, o julgamento acabou adiado para 25 de maio.



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