Em vez de lançar um ataque militar convencional, oficiais de inteligência afirmam que o Kremlin pode tentar testar a determinação da OTAN na “zona cinzenta”, o espaço ambíguo entre paz e guerra, onde atores estatais (principalmente a Rússia) utilizam táticas híbridas — ciberataques, desinformação, sabotagem e drones. A ideia é orquestrar ataques que paralisem as redes de transporte, comunicação e energia, além de dificultar qualquer invocação do Artigo 5º da cláusula de defesa coletiva da aliança.



