No tetracampeonato mundial nos Estados Unidos, em 1994, o Brasil amargava 24 anos sem levantar a taça. Vencer a Itália naquela decisão carregava uma motivação especial: devolver aos brasileiros uma alegria capaz de amenizar a tristeza pela morte de Ayrton Senna (piloto de Fórmula 1), em 1º de maio daquele ano. Eu estava determinado. Acreditava e continuo acreditando que nenhum jogador pode ser reconhecido como “lenda” sem ganhar uma Copa do Mundo.
E foi assim que, mesmo sem um futebol brilhante, mas com uma equipe eficiente, chegamos ao tetra. Neste Mundial, o Brasil exibiu um futebol nada bonito e pouco eficiente. O pior é que na próxima Copa, teremos completado 28 anos sem título. Uma marca dolorosa para quem já foi “o país do futebol”.
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