“Mais do que a gente alimentar pessoas, o que a gente faz se trata de esperança. Em 1985 eu era um comunicador que achava que podia fazer um movimento. A gente estava saindo de anos obscuros no Brasil, de ditadura militar, e eu sofri bastante nesse momento. Eu queria dar uma resposta e dizer: ‘Esse país vale a pena'”, disse Medina, completando: “A música é o elemento que une nós todos, que quebra as diferenças. E o país, o mundo, está precisando ser mais solidário, com menos diferenças, menos raiva e mais amor. Estamos fazendo nossa parte. Hoje demos o start de mais uma ação grandiosa. O engajamento será fundamental para multiplicarmos esses números. Imagina só o número maravilhoso que podemos chegar. A fome tem pressa”.




