— A gente está falando aqui de uma pequena revolução que está começando no transporte do Rio de Janeiro. Em relação ao atraso, o projeto tem que acontecer quando existe viabilidade econômica. E o que a gente tem confiança aqui é de que, neste momento, dado o preço dos ônibus, o custo de operação dos ônibus, a conta vai fechar com tranquilidade para a cidade do Rio. Não adianta a gente fazer investimentos sem ter como fazer. Mas a hora chegou, o Rio tem condições de fazer esses investimentos — disse a diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES, Luciana Aparecida da Costa.



