Atraídos pela oportunidade de admirar do alto as praias, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, turistas em visita à cidade movimentam um mercado em ascensão: são realizados 70 passeios de helicóptero por dia, que levam, em média, 223 passageiros. Assim como o contratado pelas três turistas colombianas que morreram com o piloto na queda de uma aeronave no Parque Nacional da Tijuca, no último sábado, esses voos são autocoordenados — ou seja, não há um monitoramento permanente para verificar se estão sendo cumpridas as regras determinadas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), do Ministério da Aeronáutica, como altitude e distância de prédios e monumentos. Os próprios pilotos gerenciam a segurança comunicando suas posições e intenções diretamente uns aos outros via rádio.



