Segundo o acordo, a implementação das medidas será orientada por Planos Táticos de Reocupação Territorial, coordenados pelo estado. O combate às estruturas econômicas utilizadas por organizações criminosas também faz parte da cooperação, com ações de inteligência financeira e patrimonial. Para isso, a parceria inclui articulação com instituições como Receita Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Banco Central e agências reguladoras para identificar, bloquear e recuperar ativos ligados ao crime organizado, enfraquecendo fontes de financiamento dessas organizações.



