É o caso do assassinato do policial civil Carlos José Queirós Viana, morto em frente à sua casa, em Niterói, em outubro do ano passado. Cinco pessoas já estão presas pelo homicídio, entre elas José Gomes da Rocha Neto, o Kiko, apontado como segurança pessoal de Adilsinho. O nome de Kiko consta em uma lista de pessoas cadastradas como “segurança” na portaria do condomínio onde o bicheiro morava antes de ficar foragido, na Barra da Tijuca. Seu apelido também aparece em uma planilha com valores pagos aos integrantes da escolta de Adilsinho: segundo o documento, ele recebia R$ 9,5 mil.



