Uma das principais dores de cabeça das MPEs é o custo do crédito. Uma referência nesse sentido é o Pronampe, linha criada pelo governo federal em 2020 para socorrer esses negócios na pandemia. A principal vantagem é o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações (FGO), em caso de calote do empreendedor. O Pronampe, no entanto, surgiu com a Selic a 2% ao ano. A taxa de juros é usada para corrigir o saldo devedor, acrescida de 6%. Agora, ela está em 14%. Neste ano, com o Novo Desenrola, o Pronampe teve regras revisadas, com maior prazo de carência, pagamento, limite, além de mais recursos via FGO.



