“Ser rejeitado por clubes porque eu não era alto o suficiente ou porque era magro demais me fez entender que precisava encontrar outra forma de vencer. E essa forma foi lutar, pressionar, correr. Posso controlar quanta pressão, foco e resiliência coloco no meu trabalho. Essas coisas me mantiveram no jogo e me transformaram no jogador que sou hoje”, refletiu o jogador, de 1,76m, em entrevista à revista “Players” antes de viajar para os Estados Unidos para disputar o mundial.



