Não aquele poder escancarado, de “quem manda aqui sou eu”. Esse até seria fácil de identificar. O complicado é o outro. O poder disfarçado. O poder que aparece no tom de voz, no silêncio prolongado, no “deixa que eu faço do meu jeito”, no “você nunca faz direito”, no “tanto faz” que claramente não é tanto faz coisa nenhuma.



