“Penso que o primeiro passo para abrir novos caminhos reside em acolher de coração aberto e olhos fechados quem somos. Mas será que somos ou apenas estamos? Eu estive fisioterapeuta por 21 anos e, apesar de gostar muito deste ofício e com ele aprender sobre empatia e cuidado com o próximo (valores que carrego para sempre), sentia dentro de mim uma inquietação, um desejo por – ironicamente – mais movimento. A cerâmica me trouxe movimento pessoal e profissional, mas também está me ensinando diariamente a respeitar processos e a mim mesma. Com ela, me percebo autêntica, corajosa e potente. E isto só faz com que eu me apaixone ainda mais. Sigo aprendendo que não temos controle de nada nesta vida, a não ser das nossas próprias escolhas”, disse ela no Instagram.



