“O marido não entra no consultório como apêndice do diagnóstico da esposa. Entra como alguém que sofreu uma quebra brutal de confiança, exposição pública, nojo, raiva, medo e, muitas vezes, a sensação de que a relação inteira foi reescrita de trás para frente. Isso se aproxima do que chamamos de trauma de traição, com o agravante do tabu e da violência contra um ser que a casa eventualmente tratava como companheiro”, afirmou ele.



