“Eu faço reality há muitos anos, principalmente de convivência, e tem uma coisa que sempre aparece: o público se colocando no lugar de quem está no poder e se perguntando o que faria naquela posição. Isso sempre me chamou atenção. A Casa do Patrão nasce dessa inquietação: ‘Se eu estivesse ali, faria diferente’, ‘se eu fosse o dono do jogo, ia decidir melhor’. Todo mundo quer ser o Patrão… mas será que, na hora de decidir, sabe mesmo o que fazer? Vai reagir da forma que espera? E mais: quando você não está no comando, você aguenta ser liderado? O jogo leva isso para dentro da casa, e talvez reflita o comportamento que a gente vê aqui fora”, afirma Boninho, showrunner do reality.



