Quase 40% das mulheres vítimas de violência no Rio procuram atendimento médico mais de uma vez


O Sinan foi criado pelo Ministério da Saúde para receber notificações de atendimentos a vítimas — de qualquer sexo — de violência doméstica e dentro da família. Também são incluídos os casos “externos” envolvendo crianças, adolescentes, mulheres, idosos, pessoas com deficiência, indígenas e LGBTQIA+. No ano passado, as redes de saúde pública e privada fizeram 22.506 atendimentos a pessoas desse grupo, um aumento de 325% em relação a 2015.



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