Primeira testemunha ouvida no terceiro dia de julgamento da morte do menino Henry Borel — em que o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Jairinho, e a mãe da criança Monique Medeiros são acusados do crime — foi o psiquiatra Rafael Bernardon. O profissional disse ao Conselho de Sentença que, após analisar os autos do processo, percebeu em Jairinho um comportamento que, em sua avaliação, indicaria satisfação ao causar sofrimento em crianças.



