Problema na arbitragem não é exclusividade do futebol brasileiro

Bastou a bola rolar para as primeiras partidas dos torneios da Conmebol que logo concluímos que as polêmicas envolvendo as interpretações dos árbitros não são exclusividade do futebol brasileiro. Os profissionais do apito dos países do continente também deixam margem para discussão. Em pelo menos cinco das 11 partidas envolvendo clubes brasileiros disputadas antes do início dos jogos de Corinthians e Bragantino, ao menos cinco registraram interpretações pouco usuais; faltas dentro da área ou cometidas com força excessiva (o chamado jogo busco grave) e a não aplicação dos cartões disciplinares.
O uruguaio José Burgos ignorou o puxão do venezuelano Perdomo, do La Guaira, na camisa do artilheiro John Kennedy, do Fluminense, dentro da área; o paraguaio Derlis López achou normal a pisada de Gonzalo Plata, do Flamengo, na perna do argentino Lucas Collito, do Cusco; o argentino Facundo Figueroa, que apitou Júnior Barranquila x Palmeiras, deu de ombros para o “bico” do zagueiro Gustavo Gomez no atacante Guillermo Paiva; o equatoriano Augusto Bautista, de Torque x Grêmio, optou por recuar após marcar pênalti do uruguaio Montes em Braithwaite; e Leandro Hifer, outro argentino, fechou os olhos para a “patada” de Lautaro Vasquez em Bobadilla.



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