Primeiras cenas de ‘Quem ama cuida’ impactam com enchente e drama de Leticia Colin

As primeiras cenas de “Quem ama cuida”, próxima novela das nove da Globo, que estreia em maio, já mergulham o público em um cenário impactante: uma grande enchente atinge São Paulo e transforma para sempre a vida de Adriana (Leticia Colin). Em um único dia, a protagonista perde o emprego e vê a casa e o marido, Carlos (Jesuíta Barbosa) serem levados pela força da água. O episódio extremo dá o pontapé inicial da trama e define o tom dramático da história assinada por Walcyr Carrasco e Claudia Souto, com direção artística de Amora Mautner.
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Adriana (Leticia Colin) na novela “Quem ama cuida”
Beatriz Damy/Rede Globo
Para retratar esse momento, os Estúdios Globo apostaram em uma operação de grande escala, combinando efeitos especiais (FX), efeitos visuais digitais (VFX) e produção virtual com painéis de LED de alta resolução (tecnologias usadas em grandes produções internacionais) para potencializar o impacto visual da cena.
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Superprodução, tecnologia e drama: os bastidores da cena de enchente da novela ‘Quem ama cuida’
Manoella Mello/Rede Globo
As gravações da tempestade cenográfica ocorreram em março, com a participação dos atores Tony Ramos, Leticia Colin, Isabela Garcia, Jesuíta Barbosa e João Victor Gonçalves. A equipe atuou em locações externas em São Paulo e no Rio de Janeiro, em etapas distintas na cidade cenográfica dos Estúdios Globo e na piscina do Parque Radical de Deodoro, onde a maior operação foi montada. Em um lago artificial de 13 mil metros quadrados, foram construídas três casas cenográficas projetadas para reagir à força da água.
Adriana (Leticia Colin) é a protagonista da novela “Quem ama cuida”
Manoella Mello/Rede Globo
As cenas foram produzidas a partir da integração entre efeitos práticos em ambiente controlado e cenários virtuais, permitindo que tudo o que aparece em cena fosse captado com realismo e segurança. Para a diretora artística Amora Mautner, o maior desafio foi planejar a realização: “A gente precisava criar uma enchente em São Paulo numa escala nunca vista. Normalmente, isso seria feito apenas com efeitos especiais, mas, desta vez, resolvemos fazer de um jeito diferente, para aumentar a veracidade, com tudo gravado de verdade. Estou muito feliz de ter encontrado, com a equipe, um caminho viável que vai transmitir o impacto que as cenas pedem”.
Carlos (Jesuíta Barbosa) é marido de Adriana (Leticia Colin) em “Quem ama cuida”
Manoella Mello/Rede Globo
Para dar profundidade ao cenário e representar diferentes áreas de São Paulo sob forte tempestade, a produção utilizou um painel de LED de 200 m², que permitiu integrar iluminação e atmosfera diretamente no set. Além disso, dois guindastes equipados com sistemas de iluminação especiais foram calibrados para dialogar com o conteúdo exibido no painel. “Com o LED, a cidade já está ali no momento da gravação. Você grava com a imagem viva de São Paulo ao fundo, com luz, movimento, trânsito acontecendo. Isso traz mais realismo para a cena e ajuda muito o elenco, que não precisa imaginar o ambiente, como acontece no chroma-key”, explica a gerente de produção da obra, Isabel Ribeiro. Para o gerente de produção Mauricio Quaresma, que assina a novela ao lado de Isabel, essa experiência foi única em sua carreira. “Quando os atores chegaram e viram o tamanho do que a gente tinha produzido, se impactaram muito. Eu já fiz outros grandes eventos em novela, mas esse foi um dos maiores. Ver atores como o Tony Ramos ali, enfrentando chuva, frio e uma carga emocional enorme, entregando tudo em cena, foi muito forte. O que a gente está fazendo aqui é histórico, um trabalho grandioso, com muita gente envolvida e muita dedicação. É planejamento, técnica, mas também emoção. Tudo isso para contar essa história do jeito que ela merece”, conta Mauricio.
A estrutura de efeitos especiais (FX) utilizada no set envolveu tombadores de água, mangueiras de alta pressão para simular chuva e enxurrada, geradores de onda responsáveis pela variação da correnteza, tambores de ar comprimido para criar impactos e turbulência, além de elementos flutuantes, como veículos maquinados com sistema de ar comprimido para flutuação, possibilitando o deslocamento dentro da piscina durante a enchente e correnteza formada, e destroços cenográficos, que reforçaram o efeito de destruição.
Em paralelo, o trabalho de efeitos visuais digitais (VFX) ampliou áreas da cidade digitalmente, com o auxílio de ferramentas de IA. Também intensificou partículas e volume de chuva, complementou a movimentação da água e integrou todos os elementos virtuais como prédios, atmosfera e textura urbana ao material captado no set, finalizando a cena com profundidade e realismo.
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