Segundo os promotores, Ian Brinksman, de 42 anos, aproveitou-se de seu acesso a informações de inteligência sensíveis dos EUA para obter relatórios que não faziam parte das suas atribuições — incluindo dados sigilosos sobre Israel — com o objetivo de repassá-los à sua parceira, Aida Chávez, ajudando, assim, a impulsionar a carreira dela.




