— É um sistema que, para o brasileiro e, principalmente, o carioca, não vai funcionar. O flanelinha vai continuar cobrando o valor que quer. No Centro do Rio, por exemplo, eles se sentem os donos das ruas, como acontece na Sete de Setembro e na Buenos Aires. Eles fecham as vias, e você só pode estacionar se eles deixarem. Um rapaz já me proibiu de estacionar, dizendo que a vaga era dele e que ele tinha outro veículo para colocar no lugar. Tem lugar em que o motorista paga R$ 30 pela diária, e você que quer estacionar meia hora, uma hora, pagando R$ 2, não pode — reclama. — Acho que vai ser um desperdício de dinheiro da prefeitura com a instalação desse sistema.



