Por erro de reconhecimento facial, mulher passa cinco meses presa injustamente


Em 23 de dezembro, pouco mais de cinco meses após a prisão de Angela, um detetive de Fargo, o promotor público e um juiz “concordaram mutuamente em arquivar as acusações”. A americana foi libertada na véspera de Natal, mas ainda precisava enfrentar as consequências do erro.



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