De acordo com as investigações, ele cuidava da manutenção de rotas, negociação com produtores e inspeção da qualidade da droga fornecida por Beira-Mar para diversas comunidades do Rio de Janeiro. Sua “empresa” criminosa tinha dois eixos principais. O primeiro, com centro em Mogi das Cruzes, São Paulo, organiza as rotas que passam pelo Centro-Sul do país, articulando-se com Paraguai, Bolívia e Colômbia. O segundo eixo, com centro em Cabrobó, é via de mão dupla para o escoamento de cocaína, para os estados do Nordeste, e de maconha, para a Bahia, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro.



