De cabeça baixa e voz contida, o sargento da Polícia Militar Francisco (nome fictício) fala como se cada palavra exigisse um enorme esforço. É março de 2026, mas a memória insiste em levá-lo de volta a 2021, quando passou 21 dias internado com Covid-19 no hospital da corporação. Foi acompanhado pelo filho Breno Barbosa Diniz, que, na época, fotografou um quadro na parede na unidade de saúde com os dizeres: “Enquanto há vida, há esperança”. Hoje, a frase não faz mais sentido para o pai.



