“Ela depositou sua confiança num superior, apenas para ficar devastada pela traição dele. A ideia de ter suas imagens íntimas expostas é humilhante. Quem teria de testemunhar sua vulnerabilidade? O próprio departamento que destruiu a confiança dela é o encarregado de conduzir essa investigação delicada”, afirmou a DPWA. “Consegue imaginar o peso avassalador dessa realidade? É devastador. Ela temia as consequências de denunciar essa violação extrema e ilegal de sua privacidade. O que isso diz sobre o nosso departamento e a forma como ele lida com essas questões? E os receios dela eram, de fato, justificados! No entanto, diante dessa terrível quebra de confiança, ela decidiu registrar a queixa — pois entendeu que isso não diz respeito apenas a ela”, acrescentou a associação.



