Os desvios, segundo o inquérito, envolviam o Instituto Militar de Engenharia (IME) e o DNIT. O grupo operava um esquema para fraudar concorrências públicas e utilizava-se de falsidade ideológica para encobrir o desaparecimento de bens do patrimônio público, declarando fraudulentamente equipamentos de informática como obsoletos, informou a Polícia Civil. A condenação inclui ainda irregularidades em dezenas de processos licitatórios que movimentaram, ao todo, R$ 38 milhões.



