Segundo a investigação, em 2014, Jéssica foi nomeada curadora pela Justiça e passou a administrar os interesses e o patrimônio dela. À época, ela era vizinha da vítima, que morava sozinha e recebia pensão militar e benefício do INSS. Os recursos deveriam ser utilizados em benefício da pensionista. A investigação, entretanto, identificou transferências da conta da vítima para a conta pessoal da advogada e movimentações que continuaram depois da morte.



