De acordo com Irving, a jovem era “uma pessoa quieta”, alguns anos mais nova, sem histórico de comportamento agressivo. Van Heerden reforçou a descrição, dizendo que ela costumava permanecer isolada. Ambos relataram ao Western Standard que a jovem se identificava como transgênero. Antes de ir para a escola, segundo os relatos, ela teria matado a própria mãe e o irmão mais novo, ambos conhecidos na comunidade, o que ampliou o impacto da tragédia entre os moradores.



