— Ele adquire esses estabelecimentos comerciais e os coloca em nome de outras pessoas, como, por exemplo, o da esposa. O que está fazendo agora é criar ferro-velho clandestino, justamente para evitar essa fiscalização. Inclusive, já aplicamos, neste ano, R$ 75 milhões em multas. Fazemos a fiscalização de todos os ferros-velhos com muita eficiência, justamente porque sabemos que eles são os receptadores, os que não trabalham de forma correta acabam recebendo esse material — diz.



