O delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, destacou que o objetivo dos integrantes era obter notoriedade, o que reforça a importância de focar a narrativa na falha das pretensões criminosas. Ao serem abordados, os suspeitos alegaram que as interações digitais tratavam-se de “brincadeiras”, versão que foi refutada pelas evidências colhidas de planejamento logístico e desenhos técnicos de artefatos.



