— Como funciona uma ocupação? Não temos uma base fixa nas comunidades. Temos policiais que estão lá fazendo o policiamento preventivo e ostensivo, junto ao setor de inteligência, que faz monitoramento sobre movimentação de criminosos. Quando há troca de turno, ela é feita no próprio local, em vez de ser no batalhão. Além do efetivo que está lá, fazemos ações com outras unidades, como varreduras com o Batalhão de Ações com Cães, como no dia de ontem. Hoje, estamos com o Bope fazendo buscas por criminosos em Parada de Lucas. Então, vamos atuando pontualmente com unidades especializadas buscando materiais ilícitos, checando denúncias que não podem ser verificadas sem que o território esteja ocupado — detalha o major Maicon Pereira, porta-voz da PM.



