O alojamento abriga estudantes de mestrado, doutorado e especialização, em áreas como epidemiologia, biologia e comunicação e saúde. São de diversas parte do Brasil, como Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e do mundo, como de países da África e da América do Sul, a exemplo de Chile, Colômbia, Guiné-Bissau e Moçambique. Diversos deles foram ouvidos pelo GLOBO. Eles reclamam que a decisão foi “unilateral e repentina”, pegando os moradores “de surpresa” e os deixando preocupados com o futuro de suas continuidade pesquisas na instituição. E discordam da solução do auxílio moradia, justificando não ser suficiente para se manter na cidade. A principal demanda é que o alojamento seja mantido e que eles continuem vivendo em comunidade, mesmo que em outra região.



