pesquisa revela que entregadores ganham menos do que a média da população


Anderson Trajano, de 32 anos, faz parte do grupo de entregadores desde 2020. Ele afirma que trabalha na plataforma por necessidade, não por escolha. Pai de três filhos, ele diz que a flexibilidade do aplicativo é essencial para conciliar a rotina profissional com os cuidados da família, mas o baixo rendimento o faz pensar em mudar de profissão. Anderson organiza o dia em dois turnos, nos horários de maior movimento: das 10h às 16h e das 18h à meia-noite. Mesmo com a jornada intensa, o retorno financeiro é limitado.



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