“Essa mudança pode ser positiva. Segundo os estudos que embasam a PEC, essa contribuição máxima de 1,4% é suficiente para não gerar perda de arrecadação em relação ao modelo atual. Mas é fundamental aprofundar os estudos e criar regras que impeçam novas desonerações futuras, garantindo que essa alíquota seja fixa e linear”, defende Diego Cherulli, diretor parlamentar do IBDP.



