“Estava de passagem em uma comunidade no interior do Benin, quando um babalaô veio até nós dizer que o zangbeto daquela comunidade queria me conhecer (zangbeto é um vodu que protege a comunidade dos povos Ogu/Egun). Ele disse que não entendia o motivo, mas que eu deveria me sentir muito honrado, pois nunca tinha acontecido. É claro que eu estava honrado, eu já estava honrado só por pisar no Benin, imagine isso! Sem entender muita coisa, esperei”, contou.



