“É responsabilidade de toda a sociedade se engajar nas lutas que vão nos levar a mais justiça social, portanto, os LGBTQI+ que já lutam contra a LGBTfobia, eles vão se juntar na luta antirracista, na luta feminista do não feminicídio, todas as questões de justiça interessam aos injustiçados, portanto, não é uma questão das mulheres, é uma questão de todos nós”, disse Milton Cunha, diretor artístico.



