Apesar do desejo de adquirir a parte que cabe à A-CAP/777, o Vasco trata este assunto como uma “próxima etapa” no processo. Neste momento, o clube está focando nas conversas com Carlos Lamacchia — as partes tratam sobre cláusulas importantes e valores. Ainda assim, uma tratativa depende da outra. A ideia da diretoria cruz-maltina é ter ao menos um compromisso assinado para, então, tentar efetivar a compra dos 31% que ficaram com a 777 Partners e, depois, com a A-Cap pelos aportes feitos na SAF. Além disso, na mesma negociação, o cruz-maltino espera chegar a um acordo para encerrar a arbitragem na FGV, que definiria o destino destes 31% e os demais 39% que ficaram com o Vasco por liminar da Justiça — os outros 30% são do clube associativo, que havia acertado a venda de 70% para a empresa americana.



