Segundo a apuração, os suspeitos criavam perfis falsos e se apresentavam como advogados. Para dar credibilidade às abordagens, utilizavam informações processuais reais e dados sigilosos das vítimas. Em um dos casos investigados, uma vítima transferiu quase R$ 100 mil por Pix após acreditar que estava pagando supostas taxas cartorárias para liberar um crédito judicial que, na realidade, não existia.



