Operação do MP e da Polícia Civil mira grupo que explora falha no Pix e movimentou R$ 150 milhões


Em segundos, o mesmo valor saía duas vezes da conta — mesmo sem existir. A exploração de uma falha no processamento simultâneo de operações via Pix permitiu que uma organização criminosa duplicasse transferências e movimentasse mais de R$ 150 milhões em fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. A investigação é do Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos (CyberGaeco) do Ministério Público do Rio (MPRJ), que realiza a Operação Pecúnia Obscura, na manhã desta quarta-feira, em conjunto com a Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital (DRFC-CAP), da Polícia Civil, para prender quatro acusados. Três deles já foram capturados.



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