Não se trata de patrimônio imaterial. Pomposo demais. É mais uma “parada”, ou, como diziam no tempo em que Don Don jogava no Andaraí: um borogodó. Tal e qual os cobiçados cartões-postais da cidade, o jeito de ser do carioca atrai. Tanto que há quem se dedique a interpretá-lo, caprichando nas gírias e no bom humor. De influenciadores digitais a estudiosos, passando até por um “cariocólogo”, muita gente encara o desafio de decifrar a alma encantadora e explicar o comportamento de quem é “natural aqui do Rio de Janeiro”, como canta Zé Kéti em “A voz do morro”.



