No constrangedor domínio argentino, a vitória que premia a coragem da seleção que peita o fracasso ‘em nome do pai’


Futebol não costuma premiar os covardes. Este é apenas um dos clichês direcionados ao alemão Thomas Tuchel e à seleção inglesa que ele dirige. Mas vi poucos lembrar que a virada da Argentina sobre a Inglaterra, em Atlanta, não foi construída nos 55 minutos finais da semifinal da Copa dos EUA. A vitória do time de Lionel Scaloni, por 2 a 1, com outra linda e emocionante reação, defende o trabalho bem feito, longevo e estruturado, ao longo de oito anos.



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