A realidade, aliás, vem piorando. O primeiro relatório, publicado em março de 2024, mostrou que a diferença era de 19,4%. O número subiu para 20,7% no segundo relatório, divulgado em setembro de 2024. No relatório de abril deste ano, o dado voltou a subir, 20,9%, antes de chegar aos 21,2% divulgados no documento desta segunda-feira.



