Na decisão desta terça-feira, o projeto de lei, aprovado pelo Parlamento, adicionou também mulheres que não moraram na Groenlândia até 1992. Segundo Ida Auken, ministra da Saúde da Dinamarca: “Durante a tramitação da lei, ficou claro que as regras propostas poderiam impedir uma mulher que viveu toda a vida na Dinamarca de receber indenização, mesmo que tenha sido submetida, na Dinamarca, a um procedimento contraceptivo que, segundo sua própria percepção, ocorreu por ela ser groenlandesa”



