— Ela não sabia que estava baleada. Ela falou que sentiu que estava machucada e perguntou para a gente o que estava acontecendo. O tempo todo, ela perguntava: “É grave?”. E eu disse: “Não é grave, foi só um arranhão”. Falei que a dor era da queda, que era normal, que ela sentir dor era um sinal positivo, não falei para ela que ela foi baleada para não se desesperar — relata o agente, que comandou os primeiros socorros de Siqueira com o auxílio dos policiais Antonio Câmara e Gilfábio Nogueira.




