A jornada ia do nascer ao pôr do sol, sem folga nos fins de semana. Sem saber lidar com dinheiro, a mãe e as filhas aceitaram trabalhar apenas por comida, nunca recebendo salário. Elas roçavam o mato com foice e facão, recolhiam capim nas ruas com uma carroça, cuidavam de cavalos, porcos, cabritos e galinhas, e ainda limpavam o local quando o fazendeiro fazia festas.



