A decisão que adiou o julgamento pela morte de Henry Borel , crime que chocou o Brasil, provocou reações de comemoração entre os réus e seus familiares no plenário do Tribunal de Justiça do Rio nesta segunda. Ao ouvir a leitura da juíza Elizabeth Louro determinando o relaxamento de sua prisão, Monique chorou, abraçou seus advogados, fez o sinal da cruz e levantou as mãos para o céu. A juíza entendeu que manter a prisão configuraria “constrangimento ilegal”, já que o adiamento ocorreu por uma situação à qual Monique não deu causa.



