Na carta, o ministro sustenta que provará sua inocência nos procedimentos já instaurados. Ele destaca sua trajetória pessoal e profissional, mencionando ter quase 70 anos de idade, carreira ilibada na magistratura e casamento de 45 anos, do qual nasceram três filhas. Segundo o texto, a referência à vida pessoal não é apresentada como prova de inocência, mas como um “elemento relevante de coerência biográfica”, que, segundo ele, exige cautela redobrada na análise das acusações.



